30
dez 2010
29
dez 2010
Ainda essa semana estava indo almoçar com amigos e no trajeto, dirigindo meu carro, parei no farol e como todos que conhecem o transito em Sampa, tem aquelas pessoas que param e deixam no retrovisor do carro um pacotinho bem embalado com balinhas. No geral eu não compro porque não gosto dessas balas, aliás, quando eu era criança, não que eu tenha deixado de ser, e ganhava balas eu sempre oferecia a minha mãe, mas ela não aceitava, e eu me perguntava por que ela não gostava de uma coisa tão deliciosa,talvez a coisa mais deliciosa que inventaram. Hoje eu cumpro o mesmo ritual dos adultos, não aceitando balas. Bem, mas o que me chamou atenção não foram as balas. Cada um tem uma estratégia para ganhar o cliente, e posso dizer que esses vendedores ambulantes são criativos. Alguns dão duas balas para experimentar, outros são super educados, outros se vestem como se fossem a uma festa e no caso dessa senhora, que colocou balas no meu retrovisor, foi fato de ter uma mensagem escrita.
QUANDO TE VI, PAREI
QUANDO PAREI, SORRI
QUANDO SORRI, AMEI
QUANDO AMEI, SOFRI
Bem, foi esse verso que me fez comprar as balas, acredita? Mal sabe essa senhora que eu pagaria muito mais pelo preço estipulado.
Coisas de criança!!!
18
dez 2010
Essa semana, aliás, a mais de duas semanas uma frase,(Amor nenhum) que eu sabia que era de uma música ficava martelando na minha cabeça. Não conseguia me lembrar qual era a música e nem porque de vez em quando essa frase me vinha à mente. Tentei por varias vezes cantarolar para ver se minha mente se lembrava, mas nada. Então tive que recorrer ao Google e supimpa!!!,.
É a música “Em flor”. Bem agora que eu já achei a música, não consigo me lembrar porque minha mente a tem buscado ultimamente.
Será que o esforço de lembrar é vontade de esquecer?
Em Flor
Não são sinceras as razões
de quem insiste em não lembrar
do sentimento em flor,
o despertar do amor
não se apaga mais
dos corações.
Amor nenhum tem tal poder
Amor nenhum tem tal poder
de provocar recordações,
bastou te ver
mais uma vez
mais uma vez
para sentir que não passou.
08
dez 2010
É uma estrela que aponta para o caminho
O caminho onde encontrar o salvador
A mesma luz que desvia o destruidor
Ao nascer diz-se “ela deu a LUZ”
No desespero,
Há uma LUZ no fim do túnel
Na solidão, “você veio como uma LUZ”
No vazio, uma idéia, uma LUZ
Blecaute; ascenda vela, a lamparina, a lanterna, LUZ
Criações irracionais, inseto, aquele da bundinha de LUZ
O que nos faz enxergar, a LUZ
O luzeiro maior, iluminar o dia
O luzeiro menor, alumiar a noite
Mariposas infestam as lâmpadas
Dezembro, LUZ, luzes, luminosos, luminárias, pisca piscas
Atordoam-me
Meus olhos se iluminam
Tanta LUZ, aqui acolá
LUZ, se natural não tem
Inventamos a artificial
Mas tem que ser LUZ
LUZ até metaforicamente existe
Aquele que se tornou LUZ do mundo
Enfim, somos feitos de LUZ?
(Homenagem àqueles que se tornaram luzes em minha vida)
05
dez 2010
Como o céu da tarde de hoje,
Chora tuas mágoas
Arranca do peito essa dor que aperta que sufoca
Faça tuas águas despencarem
Provocando enchentes e correntes.
Esperneie como um gato dentro de um saco
Agite grite até que venha uma mão te salvar.
Se espante, se indigne as condutas não éticas
Da desproteção e da destruição
Vidas inverdades, aterrorizadas pelas consequencias de confrontar a verdade
Não se preocupe,vida protege vida,
Cedo ou tarde a mesma vida passará a conta.